Vítima de pneumonia, morreu, nessa noite de quinta-feira, em Fortaleza, a jornalista Sônia Pinheiro.
Sônia era colunista social de um texto único, que mesclava um português nada coloquial com o francês ou expressões espanholas ousadas.
Fazia um tipo de colunismo que se reinventou, aproximando o mundo do poder e das amenidades, casando informação e entretenimento e dando furos no cenário da política cearense.
Soninha trabalhou no extinto Correio do Ceará e no O Estado, Tribuna do Ceará e Diário do Nordeste. Depois, por décadas, no jornal O POVO e, recentemente, no jornal O Otimista.
Foram mais de cinco décadas dedicadas ao colunismo social. Sônia fez parte dos tradicionais colunistas sociais no Ceará; sua história esteve atrelada aos profissionais que já faleceram como Lucio Brasileiro, José Rangel, Regina Marshall, Flávio Torres e outros.


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