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Morreu aos 83 anos, Dacio Correa, do colunismo social de Mato Grosso do Sul

Dacio começou em 1983 com coluna no jornal A Crítica; consolidou prestígio na sua região

 Morreu neste sábado (23), aos 83 anos, Dacio Correa, um dos nomes mais conhecidos do colunismo social de Mato Grosso do Sul.

Morreu neste sábado (23), aos 83 anos, Dacio Correa Piedade, um dos nomes mais conhecidos do colunismo social de Mato Grosso do Sul. A notícia começou a circular nas redes sociais, onde amigos e colegas lamentaram a perda. Entre eles estavam Lúcia Regina Arruda Castelo e o colunista Nilson Pereira, amigo de infância de Dacio.

Natural de Aquidauana (MS), Dacio Correa nasceu em 23 de novembro de 1942 e construiu uma trajetória ligada à moda, ao jornalismo, à televisão e à produção de eventos. Foi um personagem de uma fase em que a coluna social tinha peso na vida pública de Campo Grande e ajudava a contar, em papel e em festa, quem era quem na cidade.

O momento mais marcante da carreira veio em 1983, quando foi convidado por Orley Trindade e Tereza Trindade para escrever no jornal A Crítica. A coluna fez sucesso e transformou seu nome em referência no meio social da Capital. Dácio passou a registrar festas, casamentos, desfiles e bastidores de uma Campo Grande que crescia e buscava também sua imagem de elegância e projeção.

Antes do jornal, ele já circulava nesse ambiente como estilista e produtor de moda. Depois da coluna, ampliou a presença pública e levou sua imagem também para a televisão, com programas locais, além da organização de eventos e feijoadas que marcaram época.

Com estilo expansivo e direto, Dacio Correa virou um nome conhecido muito além das páginas sociais. Em entrevistas, costumava resumir sua forma de atuar com uma frase que acabou virando sua marca: “um colunismo que celebra, nunca destrói”.

Nos últimos anos, já mais distante do auge da exposição, seguia lembrado como um dos rostos mais emblemáticos do colunismo social sul-mato-grossense. A morte dele encerra a trajetória de um nome ligado a um tempo em que a coluna impressa ajudava a definir a memória social da cidade. Devido a sua idade avançada estava afastado do jornalismo social.

Por: Jornal A Crítica

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