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 Teresina merece a volta do Corso e das Escolas de Samba

Teresina merece a retomada das Escolas de Samba, do Corso, a continuidade dos Blocos de Rua

Saímos de um carnaval tecnicamente melhorado em Teresina, em comparativos aos de anos anteriores. O que o público comenta nas redes sociais é que os Blocos de Rua cumpriram com categoria a missão de apresentar alegria e organização em seus bairros. Para uma ampliação desse projeto e estrutura, com o apoio da Prefeitura de Teresina, não seria necessário em próximos anos, que os blocos saiam de seus bairros para desfiles extras, numa concentração de blocos, pois o povo quer aquela festa, aquele show valorizando artistas locais, aquele trajeto, idealizado pelos organizadores locais.

Os foliões passam um período se organizando com seus blocos, familiares e amigos, para cada participação. E mais: os blocos são estrategicamente organizados nos dias e horários, obedecendo um critério de organização exemplar.

Nesse ano a participação das escolas Brasa Samba e Caprichosos do Pirajá na programação estabelecida pela Secult, foi antes de tudo uma mídia, colocando de volta o contexto das escolas na cabeça da população. Deu certa a parceria prefeitura de Teresina e Governo do Estado nessa junção de apoio aos blocos e escolas. E o público respondeu presencialmente e nas redes sociais de forma afetiva.

O que não ficou legalmente aprovado, na opinião pública, foi o projeto do Governo do Estado através da Secult, trazer nomes artísticos nacionais para shows populares, antes aprovados para realizações no centro de Teresina, com objetivo de revitalização central, indo de encontro negativo a questões técnicas de trios e estrutura física de cada show. Saindo do oficialmente agendado – da Praça Pedro II para a Marechal e Potycabana.

A população ainda questiona a volta das Escolas de Samba de Teresina unindo-se aos blocos nos bairros e até antecipadamente o regresso do Corso de Teresina, na Raul Lopes ou Marechal, mesmo que em proporção menor na realização. Que saudades das Escolas de Samba quando eram apresentadas na Frei Serafim e na zona leste, com as suas tradicionais agremiações Brasa Samba, Skindô, Sambão, Ziriguidum, Escravos do Samba, Unidos da Saudade, Mocidade Alegre do Parque Piauí, Unidos do Cabral e outras.

O que se notabiliza é o crescimento de Teresina e o público ávido pela folia, seja de que forma – na essência da alegria e organização. Na capital Governo do Estado e Prefeitura Municipal deveriam manter relações próximas para que futuramente o folião teresinense tenha esse presente de parceria entre poder e empresas privadas.

 

Final da década de 1990 e começo dos anos 2000, a volta do carnaval

Não é a primeira vez. Os desfiles das escolas de samba em Teresina já ficaram paralisados em outros tempos. Em 1998 marcou a volta dos desfiles das escolas de samba de Teresina após sete anos de desativação; na volta do carnaval o desfile seria o último a ser realizado na avenida Frei Serafim.

O ano de 1999 foi o primeiro desfile das escolas de samba de Teresina na avenida Marechal Castelo Branco, a nova passarela do samba da cidade.

Em 2000 ocorreu monumental desfile da virada do milênio.

 

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Por: (Mídia)

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