As micro e pequenas empresas (MPE) continuam sendo a principal força geradora de emprego no Piauí e no Brasil. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados do Caged, do Ministério da Economia, os pequenos negócios geraram, em maio, 2,2 mil vagas de trabalho, o que corresponde a quase 83% do saldo líquido de postos criados no Piauí (2,7 mil), enquanto as médias e grandes empresas geraram 462 vagas (17% dos postos). Esses números colocam o Estado na primeira posição em geração de postos por mil empregados no país, com 14,13 vagas.
O QUE ACONTECE
As micro e pequenas empresas (MPE) continuam sendo a principal força geradora de emprego no Piauí e no Brasil. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, com base em dados do Caged, do Ministério da Economia, os pequenos negócios geraram, em maio, 2,2 mil vagas de trabalho, o que corresponde a quase 83% do saldo líquido de postos criados no Piauí (2,7 mil), enquanto as médias e grandes empresas geraram 462 vagas (17% dos postos). Esses números colocam o Estado na primeira posição em geração de postos por mil empregados no país, com 14,13 vagas.
EXPANSÃO
O vice-governador do Piauí, Themístocles Filho, esteve reunido, nessa quinta-feira (13), com o secretário de Estado da Educação, Washington Bandeira; a superintendente de Ensino Superior da Seduc, Viviane Carvalhedo; o reitor do Instituto Federal do Piauí, Paulo Borges da Cunha; e a diretora-geral do IFPI Campus Dirceu, professora Liana Marreiro, para discutir a expansão do Instituto Federal do Piauí no estado.
A expansão do IFPI, segundo Themístocles Filho, é uma estratégia importante para promover o acesso à educação profissional e tecnológica em diferentes regiões do estado. Durante a reunião, diversas propostas e critérios foram analisados visando à criação de novos campi, levando em consideração a demanda da comunidade, infraestrutura disponível, viabilidade financeira e impacto social.
NOVA UTI
O governador Rafael Fonteles autorizou nesta quinta-feira (13), a instalação da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Hospital Regional Dr. João Pacheco Cavalcante, em Corrente. A ala vai comportar dez leitos destinados ao tratamento de pacientes graves, oferecendo atendimento de alta complexidade, uma reivindicação antiga da população.
“É importante porque aqui fica muito distante da capital. É preciso ter alta complexidade aqui no Hospital de Corrente, para garantir vidas salvas e evitar sequelas daquelas pessoas acometidas por alguma enfermidade mais grave” considerou Fonteles.


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